Mediação na Prática

Menos ruído.
Mais decisão em equipe.

← Mediação na Prática

Formatos de um programa de mediação

Uma base para o time

Um programa contínuo reúne conflitos que hoje aparecem espalhados entre times. Organizamos o formato, desenhamos a sequência de encontros e conduzimos as sessões previstas. Um ritmo de reforço só é útil quando a rotina e os responsáveis pela equipe estão definidos. A proposta também delimita o que precisa de preparação e de acompanhamento.

Um catálogo de oficinas

Um catálogo de oficinas não para na lista de temas: ele informa duração, formato e público de cada uma. Podemos montar um programa fechado ou abrir encontros com inscrição livre. No segundo caso, agenda, tamanho de turma e sigilo precisam de regras próprias, definidas antes de começar.

Um canal que apoia

Uma linha direta, um canal assíncrono ou um plantão fixo de mediação ampliam o que o programa consegue cobrir. Cada formato exige critério claro de entrada, um prazo de resposta razoável e um caminho definido para casos urgentes. Ao desenhá-lo, decidimos quem responde e como o caso segue depois da primeira conversa. Sem responsável definido, o canal só desloca o problema.

Do roteiro à prática

O roteiro apresenta ritmo, dinâmicas e caminhos possíveis para a conversa. Depois da validação com o time, a condução traduz as escolhas em uma sessão real. A revisão observa abertura, perguntas, tempo de fala e fechamento. Necessidades específicas de acompanhamento devem entrar no planejamento.

O que acompanha o encontro

Combinamos a preparação do grupo, a revisão final do roteiro e a orientação para sustentar a prática depois. O material de encerramento identifica responsabilidades de acompanhamento. Não presumimos que o time já sabe conduzir uma conversa difícil sozinho, nem que o trabalho termina no último encontro.

Abrir formulário de contato →